RN faz teste que pode levar feminicídio à lista de causas de morte da OMS

O Rio Grande do Norte virou um dos pontos de teste de um experimento que tenta corrigir um apagão antigo: o feminicídio acontece, mas some no papel da saúde. Em municípios potiguares, a aplicação de uma matriz de decisão vem ajudando a reclassificar mortes de mulheres por níveis de evidência — e é desse ensaio, feito também em outras partes do país, que nasce uma proposta considerada inédita: levar à OMS (Organização Mundial da Saúde) o pedido para enquadrar o feminicídio na CID (Classificação Internacional de Doenças), a lista que orienta, no mundo inteiro, como se registra por que alguém adoece e por que alguém morre.

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