violentômetro
Cuidado! A violência está presente
Não há risco iminente de graves lesões físicas e/ou feminicídio. É neste momento que as mulheres conseguem observar comportamentos indicativos de que seu companheiro(a) tem expressado uma relação de posse e pertencimento dentro do relacionamento. Isto representa um sinal de alerta importante para que as mulheres consigam interromper o ciclo da violência em tempo hábil e com apoio dos poderes estatais. Este momento deve ser considerado essencial para a prevenção de formas mais agressivas de comportamento violento.
Reaja! Denuncie e peça ajuda
A violência física já está instaurada, podendo resultar em lesões graves para as mulheres. Este estágio apresenta de forma nítida, elementos que mostram a urgência de romper com o ciclo da violência e ainda convocar os poderes públicos para a necessidade imediata de medidas para proteção das vítimas.
Alerta! Sua vida está em perigo
Vida em perigo! Risco iminente de lesões graves e/ou feminicídio. É o momento em que ações deixam de ser indícios de violência iminente, tornando-se imperiosa a ação estatal imediata. É um dos momentos mais delicados, tanto para as mulheres, quanto para os profissionais responsáveis pelas respostas às vítimas.
Fique atenta!
VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA!

‘Até quando?’: mulheres dizem basta aos feminicídios no 8 de Março em Porto Alegre
Milhares de mulheres de várias idades, além de homens, ocuparam as ruas de Porto Alegre

Sessão plenária desta terça votará projetos de enfrentamento à violência contra a mulher
A sessão plenária desta terça-feira (10) deverá analisar um pacote de proposições, todas de origem

RN faz teste que pode levar feminicídio à lista de causas de morte da OMS
O Rio Grande do Norte virou um dos pontos de teste de um experimento que
Feminicídio
O feminicídio, tentado ou consumado, é o estágio final e letal dentre as tantas violências que as mulheres sofrem pelo fato de serem mulheres, cis ou trans. É a violência mais extrema que pode vir a ocorrer.
É considerado crime autônomo, cometido por motivo de ódio contra mulheres (misoginia) que ocorre, na maioria das vezes, após a já conhecida escalada da violência contra a mulher. Também ocorre em outros contextos fora do âmbito doméstico e familiar.
A misoginia mata as mulheres e destrói suas famílias, deixando rastros de tristeza e orfandade.
Não são dados estatísticos, são vidas ceifadas pelo machismo.
As mortes de mulheres, por serem mulheres, são evitáveis.
Somente em 2015 o Brasil nomeou oficialmente esse crime. O Brasil é o 5º país no mundo em feminicídios e o 1º que mais mata pessoas trans, na maioria, pessoas trans que performam o gênero feminino, em todos os casos a maioria de mulheres negras e pardas, mas também as indígenas. Não é crime passional nem de foro íntimo. É crime de ódio, fruto do patriarcado, da desigualdade de gênero, da misoginia, transfobia e lesbofobia.
FEMINICIÔMETRO
Onde procurar ajuda?
Centro Referência para a Mulher (CRM) Marcia Santana
Rua Ramiro Barcelos, 276 Centro Fone: 54- 3231-6463 email: crmmulher@vacaria.rs.gov.br
Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) de Uruguaiana
Rua Dr. Maia, 3112 Fone: 55- 3911-3010/ 55- 99696-1357 email: cram.sedeshuruguaiana.br.gov/ moreirapare@hotmail.com
Centro de Referência de Atendimentio à Mulher (CRAM) de Santiago
Rua Silvério Machado, 97 Bairro Centro Fone: 55-3251-1155/ 55-3251-4808 email: coordenadoriadamulherstg@hotmail.com
Centro de Referência de Atendimento à Mulher(CRAM) de Gramado
Rua Getúlia Vargas, 484 Bairro Piratini Fone: 54- 3286-4349/ 54-3286-7343
Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) de Alegrete
Rua Demérito Ribeiro, 283 Centro Fone: 55-3120-1024/ 55-991597273
Centro das Mulheres Vítimas de Violências (CRM)
Rua Leonidas de Souza, n 957 Bairro: Santa Catarina Fone: 51 3452-1838 email: cooordenadoriadasmulhersapucaia@gmail.com