violentômetro
Cuidado! A violência está presente
Não há risco iminente de graves lesões físicas e/ou feminicídio. É neste momento que as mulheres conseguem observar comportamentos indicativos de que seu companheiro(a) tem expressado uma relação de posse e pertencimento dentro do relacionamento. Isto representa um sinal de alerta importante para que as mulheres consigam interromper o ciclo da violência em tempo hábil e com apoio dos poderes estatais. Este momento deve ser considerado essencial para a prevenção de formas mais agressivas de comportamento violento.
Reaja! Denuncie e peça ajuda
A violência física já está instaurada, podendo resultar em lesões graves para as mulheres. Este estágio apresenta de forma nítida, elementos que mostram a urgência de romper com o ciclo da violência e ainda convocar os poderes públicos para a necessidade imediata de medidas para proteção das vítimas.
Alerta! Sua vida está em perigo
Vida em perigo! Risco iminente de lesões graves e/ou feminicídio. É o momento em que ações deixam de ser indícios de violência iminente, tornando-se imperiosa a ação estatal imediata. É um dos momentos mais delicados, tanto para as mulheres, quanto para os profissionais responsáveis pelas respostas às vítimas.
Fique atenta!
VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA!

Homem é condenado a 28 anos de prisão por matar companheira e ocultar corpo em geladeira no Litoral Norte
O Tribunal do Júri reconheceu que o homicídio foi cometido por motivo fútil, com emprego

Justiça do RS condena a 72 anos de prisão homem que ateou fogo e matou companheira na frente dos filhos dela no RS
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Assembleia aprova auxílio para órfãos de vítimas de feminicídio no RS e avança em outras pautas
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, nesta terça-feira, a criação de auxílio financeiro para
Feminicídio
O feminicídio, tentado ou consumado, é o estágio final e letal dentre as tantas violências que as mulheres sofrem pelo fato de serem mulheres, cis ou trans. É a violência mais extrema que pode vir a ocorrer.
É considerado crime autônomo, cometido por motivo de ódio contra mulheres (misoginia) que ocorre, na maioria das vezes, após a já conhecida escalada da violência contra a mulher. Também ocorre em outros contextos fora do âmbito doméstico e familiar.
A misoginia mata as mulheres e destrói suas famílias, deixando rastros de tristeza e orfandade.
Não são dados estatísticos, são vidas ceifadas pelo machismo.
As mortes de mulheres, por serem mulheres, são evitáveis.
Somente em 2015 o Brasil nomeou oficialmente esse crime. O Brasil é o 5º país no mundo em feminicídios e o 1º que mais mata pessoas trans, na maioria, pessoas trans que performam o gênero feminino, em todos os casos a maioria de mulheres negras e pardas, mas também as indígenas. Não é crime passional nem de foro íntimo. É crime de ódio, fruto do patriarcado, da desigualdade de gênero, da misoginia, transfobia e lesbofobia.
FEMINICIÔMETRO
Onde procurar ajuda?
Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Santa Cruz do Sul
Rua Ernesto Alves, 295 Bairro Centro Fone: 51 3098-5791
Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Caxias do Sul
Rua Dr. Montaury, 2107 Fone 54 3228-1988
Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Gravataí
Rua Alfredo Soares Pittres, 255 Bairro São Vicente Fone: 51 3098-5190
Juizado de Violência Doméstica Familiar Contra a Mulher de Alvorada
Rua Contabilista Vitor Brun, s/nº Parada 48 Bairro Maringá Fone: 51 3098-3389
Sala das Margaridas Tupanciretã
Rua Antonio José da Silveira, 1278 Fone: 55 3272-1951
Sala das Margaridasd Tenente Portela
Rua Aracati, 39 Fone: 55 3551- 1400