Para cada feminicídio consumado ocorrem 600 casos de ameaças ou agressões.

O feminicídio é o resultado final e sangrento de uma cadeia de violência contra a mulher que começa muito antes. Em média, para cada mulher assassinada no Rio Grande do Sul, são registrados 600 outros casos de ameaças e/ou agressões – na maioria das vezes, são como avisos ou indícios que antecedem a morte da vítima do sexo feminino.

Os dados foram exibidos nesta quarta-feira (25) no painel Tá na Mesa,  encontro semanal promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul). O debate envolveu a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Natália Fetter, e a promotora de Justiça Luciana Casarotto, que atua na Vara de Feminicídios de Porto Alegre (a única especializada neste tipo de homicídio, no Brasil).

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