O drama esquecido dos órfãos do feminicídio

Com o recorde de feminicídios no Brasil, é cada vez maior também o número de crianças e adolescentes que crescem sem mãe e pai e, em muitos casos, sem assistência adequada para superar o trauma.

A reportagem é de Larissa Maia, publicada por DW, 14-07-2026.

Ana* tinha apenas 1 ano quando foi baleada pelo próprio pai, no mesmo ataque que matou sua mãe, Cláudia, em junho do ano passado, no sertão da Paraíba. Sobreviveu depois de mais de dois meses internada. Um ano depois, aos cuidados da tia, a menina deve começar a passar por acompanhamento fonoaudiológico para investigar se o atraso na fala tem relação com o trauma que viveu.

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