Corpos públicos, vozes tuteladas: paradoxos de gênero na cobertura do anuário estatístico 2025 sobre feminicídio e estupro. Artigo de Jacqueline Muniz

“As soluções oferecidas — técnicas e jurídica-policiais, não tensionam a estrutura, mas a estabilizam. Elas parecem ainda operar como dispositivos de governo que gerenciam a indignação e regulam afetos, mantendo intactas as hierarquias de gênero, raça e classe que sustentam o feminicídio e o estupro como práticas de poder reiteradas”.

O artigo é de Jacqueline Muniz.

Jacqueline Muniz é cientista social (UFF), mestra em Antropologia Social (Museu Nacional/UFRJ) e doutora em Ciência Política (IUPERJ/UCAM).

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