Se alguém folhear as páginas dos jornais locais ou acessar os portais de notícias do nosso Estado, corre o risco de acreditar que o enfrentamento à verdadeira epidemia de feminicídios vivida no Rio Grande do Sul é um problema exclusivamente da polícia e da segurança pública. Falou em feminicídio, a primeira providência da imprensa é procurar representantes da polícia.