Por trás das estatísticas de feminicídio estão vidas interrompidas, famílias desamparadas, mulheres sobreviventes e casos que sequer chegam aos registros oficiais. É para evidenciar essas histórias e questionar a forma como a violência de gênero é contabilizada que o Observatório de Feminicídios Lupa Feminista lançou, nesta terça-feira (25), o dossiê “Há vida por trás dos dados”, resultado de quatro anos de monitoramento no Rio Grande do Sul.
O lançamento ocorreu com condução da psicóloga Cris Bruel, uma das coordenadoras do Coletivo Feminino Plural, e contou com apresentação artística de Gabi Nogueira e Deborah Finocchiaro e participação de diversos movimentos sociais.